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As complicações do diabetes costumam chegar sem aviso. A pessoa se sente bem, toma a medicação quando lembra, faz uma consulta por ano e acredita que está tudo sob controle. Enquanto isso, a glicose acima do ideal vai agredindo, em silêncio, os vasos sanguíneos pequenos e os nervos. Quando surgem a visão embaçada, a espuma na urina ou a ferida que não cicatriza, o dano já está instalado e, muitas vezes, não tem volta.
A boa notícia é que a maior parte das complicações do diabetes pode ser evitada, ou pelo menos detectada cedo, com acompanhamento do diabetes feito com regularidade. Retinopatia diabética, nefropatia diabética e pé diabético têm algo em comum: no início quase não dão sintomas, mas aparecem em exames simples, que qualquer pessoa com diabetes pode fazer em Porto Alegre.
Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post sobre “Diabetes e Acompanhamento Regular: Complicações do Diabetes nos Olhos, nos Rins e nos Pés, e Como o Acompanhamento Evita”:
Continue a leitura e aprenda mais sobre “Diabetes e Acompanhamento Regular: Complicações do Diabetes nos Olhos, nos Rins e nos Pés, e Como o Acompanhamento Evita”. Cada tópico traz informações práticas que você pode levar para a próxima consulta.
Chamamos de complicações do diabetes os danos que a glicemia elevada por muito tempo causa em diferentes órgãos. O excesso de açúcar no sangue lesiona o revestimento interno das artérias e dos capilares e também prejudica a nutrição dos nervos. O resultado é uma lesão lenta, que se acumula ao longo de anos.
O Ministério da Saúde explica que a glicemia alta pode comprometer o coração, as artérias, os olhos, os rins e os nervos, e que o diabetes tipo 2 responde por cerca de 90% dos casos no país. Você pode ler mais na página oficial sobre diabetes do Ministério da Saúde.
Os médicos dividem as complicações do diabetes em dois grupos, e essa divisão ajuda a entender o que acompanhar:
O risco cresce com o tempo de doença, com a glicemia mal controlada e com a presença de pressão alta, colesterol elevado, tabagismo e obesidade. Por isso o controle do diabetes não se resume à glicose: pressão arterial, lipídios e peso fazem parte do mesmo plano. E como o diabetes tipo 2 pode passar anos sem diagnóstico, algumas pessoas já chegam à primeira consulta com alguma complicação em andamento. Esse é um dos motivos para investigar o diabetes cedo, em consulta com clínico geral ou endocrinologista.
A conclusão prática é simples: complicações do diabetes não são sorteio, são consequência acumulada. E justamente por serem graduais, podem ser interrompidas se forem vistas a tempo.
A retinopatia diabética é uma das complicações do diabetes mais temidas, porque pode levar à cegueira e costuma ser silenciosa nas fases iniciais. A retina, camada do fundo do olho que capta a luz, é irrigada por vasos muito finos. Com a glicemia alta, eles se enfraquecem, vazam líquido e sangue ou, em fases avançadas, dão lugar a vasos novos e frágeis que sangram com facilidade.
No começo, a visão pode estar perfeita mesmo com lesões visíveis no exame. Quando aparecem sintomas, eles incluem:
O diagnóstico depende do exame de fundo de olho (mapeamento de retina), feito pelo oftalmologista com as pupilas dilatadas. Em alguns casos, o médico pede também a tomografia de coerência óptica (OCT), que mostra o inchaço da mácula, e a retinografia. Nada disso substitui a consulta: o grau de retinopatia define se basta observar, se há necessidade de laser ou de injeções oculares, tratamentos conduzidos por médicos especializados em retina.
Quem tem diabetes também está mais sujeito a catarata e glaucoma, então a consulta com oftalmologista em Porto Alegre deve ser vista como parte do tratamento do diabetes, e não como um cuidado opcional. A InstaMed conta com atendimento oftalmológico, o que permite integrar a avaliação dos olhos ao restante do acompanhamento.
O ponto central é este: o tratamento é muito mais eficaz quando a retinopatia diabética é encontrada antes de a visão cair. Quem espera os sintomas para procurar o oftalmologista costuma chegar tarde.
A nefropatia diabética, também chamada de doença renal do diabetes, é uma das principais causas de insuficiência renal crônica e de entrada em diálise. Os rins filtram o sangue por meio de milhões de filtros minúsculos, os glomérulos. A glicose elevada e a pressão alta danificam essas estruturas, e o rim passa a deixar escapar proteínas, em especial a albumina, que deveriam ficar no sangue.
Nas fases iniciais, a nefropatia diabética não causa dor, não muda a cor da urina e não dá sinal algum. Com a progressão, podem surgir inchaço nas pernas e nos pés, cansaço, náuseas, coceira e pressão difícil de controlar. Mas, a essa altura, a perda de função renal já é considerável. A doença é detectada por exames simples de sangue e de urina.
Esses exames laboratoriais em Porto Alegre estão entre os mais importantes dos exames para diabéticos, porque permitem agir cedo. Quando a perda de albumina é encontrada, o médico pode ajustar medicamentos, controlar melhor a pressão e indicar fármacos que protegem os rins, o que desacelera a evolução da doença.
Controle de glicose, pressão arterial abaixo da meta definida pelo médico, redução do sal e abandono do cigarro formam a base da proteção renal. Lembre também que alguns medicamentos de uso comum, como anti-inflamatórios, podem prejudicar rins já fragilizados. Não os use por conta própria se você tem diabetes.
O pé diabético é o conjunto de alterações nos pés causadas por dois fatores que se somam: a neuropatia, que diminui ou elimina a sensibilidade, e a má circulação, que reduz a chegada de sangue e dificulta a cicatrização. A pessoa pisa em uma pedrinha, usa um sapato apertado ou machuca a pele ao cortar a unha, não sente dor e só percebe o problema quando a ferida já infeccionou.
Entre as complicações do diabetes, o pé diabético é a que mais leva a amputações de membros inferiores, mas boa parte desses casos poderia ser evitada com cuidados simples e avaliação periódica.
Pés frios, pálidos, com dor nas panturrilhas ao caminhar ou feridas que demoram a fechar sugerem doença arterial. A avaliação com cirurgia vascular em Porto Alegre investiga os pulsos, a circulação e, quando necessário, pede exames de imagem como o ecodoppler. É consulta de avaliação e acompanhamento: na InstaMed, o foco é diagnosticar e orientar o tratamento, sem procedimentos cirúrgicos.
O exame dos pés deve ser feito pelo médico pelo menos uma vez ao ano, com teste de sensibilidade e palpação dos pulsos. Se há perda de sensibilidade, deformidades ou antecedente de úlcera, o exame passa a ser mais frequente.
A frequência dos exames para diabéticos varia conforme o tipo de diabetes, o tempo de doença e o risco individual. Quem define o calendário é o médico, mas as diretrizes brasileiras e internacionais trazem um padrão de referência que serve de guia para conversar na consulta.
Esses intervalos são referências gerais. Gestantes com diabetes, pessoas com complicações já instaladas ou com controle instável podem precisar de exames mais próximos. Por isso, siga o calendário que o seu médico definiu.
Uma estratégia que funciona bem é concentrar os exames anuais em um único mês, de preferência perto do aniversário ou de uma data fácil de lembrar. A hemoglobina glicada entra a cada trimestre ou semestre, e o fundo de olho é agendado junto com a consulta de revisão. Um check-up médico em Porto Alegre também ajuda a reunir exames de sangue, urina e avaliação cardiovascular em uma única visita.
O acompanhamento do diabetes funciona por um motivo simples: ele troca a descoberta tardia pela detecção precoce. Cada exame da lista anterior aponta um problema numa fase em que ainda há o que fazer. Uma retina com poucas alterações pode ser apenas observada. Uma pequena perda de albumina na urina pode ser freada com ajuste de medicação. Uma área de pressão no pé, tratada com palmilha adequada, não vira úlcera.
O objetivo do tratamento é manter a glicemia, a pressão e o colesterol dentro de metas individualizadas. Estudos de longo prazo mostram que o controle glicêmico consistente reduz o risco de retinopatia, nefropatia e neuropatia. O médico define a meta de cada pessoa, que muda conforme a idade, as doenças associadas e o risco de hipoglicemia.
Um ponto pouco comentado é a adesão. Muitas complicações do diabetes ocorrem não porque o tratamento não existe, mas porque as consultas e exames foram sendo adiados. Quando a clínica concentra consultas e exames de imagem e laboratório no mesmo endereço, e aceita convênios, fica mais fácil não perder o fio do acompanhamento.
Procure atendimento médico de forma programada, mesmo sem sintomas, se você tem diabetes e não faz revisão há mais de um ano, se nunca fez fundo de olho ou exame de urina para avaliar os rins, ou se suspeita de que tem diabetes por causa de sede excessiva, urina em grande quantidade, cansaço e perda de peso sem explicação.
Procure avaliação mais breve diante de:
Perda súbita de visão, ferida no pé com vermelhidão que se espalha, febre ou mau cheiro, dor intensa no peito e sinais de hipoglicemia grave exigem atendimento de urgência. Nesses casos, não espere consulta agendada: procure um pronto atendimento.
O ponto de partida costuma ser o clínico geral ou o endocrinologista, que avalia o quadro global, pede os exames e organiza os encaminhamentos. A partir daí, entram o oftalmologista para os olhos e o cirurgião vascular para a circulação dos pés. Em Porto Alegre e arredores, a InstaMed oferece essas consultas e os exames de laboratório e de imagem relacionados, em um fluxo que ajuda a manter o acompanhamento do diabetes completo e organizado. Lembre-se de que nenhuma informação deste texto substitui a avaliação de um médico, que é quem pode orientar o seu caso.
E assim terminamos nossa jornada pelo mundo da saúde! O que une todos esses assuntos é a ideia de que as complicações do diabetes são graduais e, por isso, evitáveis. A retinopatia diabética pode ser detectada no fundo do olho muito antes de a visão falhar. A nefropatia diabética aparece nos exames de urina e de sangue enquanto os rins ainda respondem bem. O pé diabético se previne com exame anual, cuidado diário e avaliação da circulação. Nenhum desses riscos some só com boa vontade, e nenhum se resolve sozinho: dependem de rotina de exames para diabéticos e de uma equipe que enxergue o conjunto.
Se você vive com diabetes, ou tem alguém na família nessa situação, o próximo passo é revisar o calendário: quando foi o último fundo de olho, o último exame de urina com albumina, a última hemoglobina glicada e o último exame dos pés? Se alguma resposta for “não lembro”, está na hora de marcar. O acompanhamento regular é o que separa o diabetes controlado do diabetes com complicações.
Conteúdo desenvolvido pela Clínica Médica InstaMed.
A Clínica Médica InstaMed atende em Porto Alegre e arredores e reúne o que o acompanhamento do diabetes exige: consultas com clínico geral, endocrinologista, oftalmologista e cirurgião vascular, exames laboratoriais e de imagem com tecnologia avançada e pacotes de check-up para monitorar sua saúde de forma completa. Trabalhamos com diversos convênios, para que o atendimento seja acessível e prático para você e para sua família.
Não espere surgir um sintoma para cuidar das complicações do diabetes. Entre em contato com a InstaMed, agende sua consulta e monte, com a nossa equipe, o seu calendário de exames.
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Diabetes e Acompanhamento Regular: Complicações do Diabetes nos Olhos, nos Rins e nos Pés, e Como o Acompanhamento Evita
